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Mulheres: sinônimo de coragem e solidez

Mulheres: sinônimo de coragem e solidez

Desafios, imprevistos, momentos difíceis… todos passamos por situações complicadas, mas é nessas horas em que a força das mulheres se sobressai!

Coragem, solidez, esperança e força para se reerguer estão no DNA de cada uma, que enfrenta os momentos desafiadores sem baixar a cabeça e sabe recomeçar sempre que for preciso, com muito amor e uma pitada de magia.

E é por isso que no Dia Internacional da Mulher, a Sólida quer dar voz a duas mulheres incríveis que se doam diariamente, não apenas para fazer desta uma empresa cada vez mais diferenciada e eficaz, mas também para construir a vida que merecem para si e suas famílias.

Elas representam todas as mulheres que fazem parte de nossa equipe, que não medem esforços para crescer e construir junto conosco uma empresa de sucesso.

Acompanhe:

Superações e escolhas: parte da minha história

Meu nome é Renata de Lima Bolsanel, sou natural do município de Mangueirinha/PR. E aqui quero contar um breve relato das adversidades e superações vivenciadas que compõem parte da minha história.

No ano de 2020, fomos surpreendidos com a pandemia da Covid-19. No início desse período pandêmico, imaginávamos que seria um vírus normal como tantos outros que já se manifestaram, No entanto, diante das reportagens, das informações que a cada dia aumentava o número de vítimas, resultando na cruel realidade que assolava o mundo.

A preocupação só aumentava com as possíveis consequências e sequelas desse vírus, mas jamais imaginei que algum dia eu teria tantas perdas devido a isso.

No final do mês de maio de 2021, eu e toda minha família fomos acometidos pelo vírus. Nos primeiros dias foi assustador, principalmente devido a tantas notícias tristes, gerando um medo horrível.

E nesses dias vivemos momentos de terror, o quadro do meu avô paterno se agravou e ele precisou ser levado para o hospital, necessitando ficar internado. Desse dia em diante foram os piores da minha vida: a falta de informação e a inexperiência dos profissionais da saúde, que também foram surpreendidos com tal adversidade, nos deixavam mais inseguros e desolados.

Nesse período de sofrimento, uma tia minha que estava passeando na casa da minha avó também contraiu o vírus e ficou hospitalizada. E, após vários dias de internamento hospitalar, meu avô veio a óbito no dia 05 de junho de 2021. Confesso que quando me ligaram para ir até o hospital, ao ouvir aquela notícia, uma parte morreu dentro de mim. E ainda, um dia antes já havia levado meu pai para internamento no hospital devido complicações da covid.

Ao chegar do velório de meu avô, recebi outra ligação do hospital, para ir até lá urgente. Chegando lá, me informaram que meu pai havia sido entubado e seu quadro clínico era gravíssimo.

No dia 07 de junho meu pai foi encaminhado para a UTI em uma cidade vizinha, porém, no dia 08 de junho recebi a triste notícia que ele também havia falecido. E a tristeza só aumentava: ao retornar do velório do meu pai, no mesmo dia, faleceu minha tia. E, assim, foram dias de tantas turbulências e sofrimento, que eu pedia a Deus força para aguentar tantas tristezas.

Se não bastasse, nesse meio tempo, outra tia, irmã do meu pai, foi hospitalizada devido a Covid e no dia 11 de junho a terrível notícia de que ela também havia falecido.

Confesso que por um momento me revoltei com Deus e me perguntava todos os dias, por que Deus havia tirado todas essas pessoas de mim em menos de uma semana?

Eu fiquei sem chão, e não sabia o que fazer com tanta dor. Meu coração estava em pedaços. Depois de todas essas perdas, meu avô materno estava com problemas de saúde e devido a um câncer e veio a falecer no dia 05 de maio de 2022 e no dia 26 do mesmo mês meu tio materno faleceu também devido a problemas de saúde. Em menos de um ano, tive 6 perdas e eu simplesmente não entendia o porquê.

Ao vivenciar a dor do luto, confesso que batalhei dia após dia para ser uma pessoa melhor, mas os dias foram se passando, a saudade só aumentava e a tristeza morava em mim.

Foi então que decidi mudar minha vida e, consequentemente, a rotina. E, para isso, escolhi vir morar em Chapecó/SC. Desde o início, quando fiz essa escolha, já sabia que não seria fácil, mas aos poucos tudo foi se encaixando e mudar foi a melhor opção que fiz.

Aqui encontrei pessoas incríveis e, claro, fiz muitas amizades que me deixaram feliz. Obtive uma oportunidade de trabalho na empresa Sólida Promotora, na qual senti-me acolhida por todos e com o privilégio de recomeçar. Penso que muitas vezes, é disso que as pessoas precisam...Recomeçar quantas vezes for preciso.

Foi necessário um vírus devastador para nos lembrar da importância de um simples abraço. Precisou de uma pandemia para nos fazer valorizar o nosso lar, um momento em família, nossa reconexão com quem mais amamos.

Que desse caos brote a humanidade nos corações maldosos. Somos frágeis, somos pó. E nossa casa não é uma prisão. Prisão é ter que respirar através de um aparelho, sem saber se haverá chance de ao menos um adeus.

Mesmo tendo passado por tantas dificuldades, temos que fazer escolhas e compreender os propósitos de Deus em nossa vida e com isso ter sabedoria para agradecer o que soma e nos propõe viver bem.

Desse modo, sou grata pela família que ainda tenho, em especial minha mãe, que sempre esteve ao meu lado. E, hoje sou grata também e, posso dizer que minha felicidade se completa com a oportunidade de trabalho na empresa Sólida, que me faz crescer dia a dia.

Mesmo tendo vivenciado tantas dificuldades, tristezas e incertezas, consegui enxergar a luz no fim do túnel e encontrar forças para continuar a viver e superar essa adversidade tão avassaladora. Compreendi que ter esperança é acreditar que existe sempre uma saída, até mesmo para os problemas que parecem impossíveis de superar.

Por isso, deixo essa mensagem para as pessoas para que vivam da melhor forma possível, aproveitem estar sempre ao lado das pessoas que amam, porque a vida é “trem bala parceiro e somos só passageiros prestes a partir”.


Superação e reconstrução

Meu nome é Carla Cristina de Freitas.

Desde muito nova tive muitas experiências e responsabilidades. Mas a partir de 2012 é que minha vida de fato teve uma grande mudança. Tive um relacionamento e esta pessoa morava em outro estado.

Me desliguei da empresa que trabalhava e da minha faculdade para viver este amor. Porém, quando fomos conviver juntos, a realidade foi totalmente diferente: em 3 meses, ele não queria mais se relacionar comigo. Foi difícil aceitar, pois estava em um bom trabalho e estava amando a cidade. Retornei para a casa dos meus pais, consegui um novo emprego, trabalhei nesta empresa por mais de 5 anos, onde adquiri muitos aprendizados e amizades que mantenho até hoje. Durante esse tempo, passei por muitas fases tanto no profissional quanto no pessoal.

Em 2014 comecei um relacionamento e meu companheiro já tinha duas filhas do seu primeiro casamento. Quando completamos 8 meses de relacionamento, sua ex-esposa passou por algumas dificuldades e pediu para que ele cuidasse delas.

Eu tomei peito da situação e em 2 dias montamos uma casa e fomos morar juntos, cuidei delas como se fossem minhas filhas.

Com o passar do tempo comecei a entender que aquele compromisso não era meu, pois tinha muitos planos e objetivos. Elas ficaram morando com nós por 1 ano e assim que a mãe delas se estabilizou, elas retornaram a morar com a mãe.

Compramos um apartamento na planta e estávamos com algumas dívidas, deixamos de pagar aluguel e fomos morar com meus pais, mas após 1 mês nos separamos. Reatamos nosso casamento logo após e fomos morar juntos novamente no apartamento.

Com todas estas fases, por muitas vezes ia trabalhar chorando e muito triste. A empresa me acolheu e me apoiou em toda essa trajetória. Subi de cargo na empresa, me tornei gerente comercial, viajava por algumas cidades e estados próximos a Santa Catarina. Mas não me adaptei à função e então me promoveram como coordenadora operacional da empresa.

Tive muitos desafios, pois alguns colegas de trabalho não aceitavam e não respeitavam minha função. Permaneci nesta função até que os donos dividiram a empresa e eu me desvinculei para trabalhar na nova empresa.

Começamos do zero, buscando parcerias, dando treinamentos para novos colaboradores, viajei para Goiás e Tocantins ensinando como trabalhar com o consignado pa